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As perfurações.
Executam-se com um sistema de rotação ou rotopercussão, por meio de elementos de corte como coroas de widia, martelos de fundo, brocas helicoidais, tricones, etc. que encabeçam uma série de tubos até alcançar a profundidade necessária.
O diâmetro das perfurações varia de 60 a 250 mm. Os mais adequados para racalçamento de estruturas são de 100, 120 e 150 mm.
A evacuação de materiais.
Obtém-se através de circulação de água ou pressão de ar. Com estes sistemas as paredes do furo ficam perfeitamente limpas, sem partículas de terra movidas que afectam o atrito entre a microestaca e o terreno.
As cargas.
O Topo Estrutural da microestaca calcula-se pela seguinte expressão:
Te = (Ac * (0,85 * Fck / C.S.K.) + (As * (Fac / C.S.A.)) / 1/1,2 * 1/1,6
Em que
- Ac = Secção da microestaca. * Fck = Resistência característica do betão.
- As = Secção de aço.
- Fac = Resistência característica do aço.
- C.S.A. = Coeficiente de segurança do aço.
Para o cálculo da profundidade das mesmas há um largo leque de expressões; a nossa empresa, depois de realizar uma comparação exaustiva entre elas, optou pela utilização da expressão de "Dorr" modificada. 
O derramamento de microestacas.
Realiza-se com técnicas especiais e com argamassas de elevada dosificação de cimentos de elevada qualidade.
Nesta fase procede-se à extracção da tubagem de derramamento enquanto se comprime a argamassa contida na dita tubagem com golpes de ar com pressão controlada.
O derramamento pode realizar-se em presença de água, de lençóis freáticos, artesiana, etc. graças a técnicas utilizadas que permitem eliminar a água presente na tubagem e proceder à realização da microestacas sem riscos.
A união entre a microestaca e a estrutura a recalçar.
Obtém-se directamente e de forma perfeita graças ao sistema de perfuração utilizado que nos permite atravessar qualquer tipo de estrutura.
Desse modo evita-se a execução de obras custosas de união entre microestacas e fundações recalcadas.
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